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Beleza por um fio

Beleza por um fio

Não restam dúvidas de quanto o formol é prejudicial à saúde do profissional e da cliente. Mas o que dizer da aparência do cabelo submetido a essa química? O engenheiro químico Adriano Pinheiro, do laboratório Kosmoscience Ciência & Tecnologia responde à questão

 
 
Os estragos provocados pela substância no organismo são muitos, mas não os únicos. Há também os danos ao cabelo. Sim, no lugar da tão sonhada cabeleira lisa e linda, o formol resulta em fios partidos e opacos. “Além dos aspectos toxicológicos, o formaldeído atua como agente plastificante da fibra capilar. Isso ocorre por meio de uma reação química que gera a estrutura característica de um plástico”, explica Adriano Pinheiro.

O que isto significa para a cliente? “Perda de elasticidade e flexibilidade do fio. Assim, com o enrijecimento, qualquer esforço brusco ao manusear o cabelo pode causar a quebra prematura da fibra”, detalha o especialista, que emenda: “Até atos simples como pentear e escovar quebra os fios com formaldeído. Durante o sono, o peso da cabeça sobre as fibras acelera os processos de fratura”. Os danos não param aí. “Acontece ainda desidratação, pois o filme criado pelo formaldeído é hidrofóbico, ou seja, repele a água. Dessa forma, o equilíbrio hídrico da fibra em função da umidade relativa do ar é prejudicado, levando ao ressecamento ao longo do tempo”, completa.

Segundo o químico, nos primeiros momentos a cliente pode até adorar o resultado, mas após alguns dias perceberá o cabelo seco, quebradiço e sem movimento.

Solução radical
Com tantos estragos, como tratar os fios? “Não existem processos
para hidratar um cabelo com formaldeído. Como a superfície se torna hidrofóbica, ocorre um processo de deformação das cutículas que lacram a entrada das substâncias presentes nos cosméticos no córtex capilar”, completa o cientista.

Para piorar, não se consegue
remover o formol. “Ocorrem ligações covalentes, irreversíveis. Só existem três soluções pós-formaldeído: aguardar o crescimento do cabelo e cortá-lo, esperar a quebra da haste ou, caso o fio seja mais grosso, remover camadas cuticulares superficiais para amenizar o efeito, melhorando a elasticidade e flexibilidade da fibra ao longo do tempo”, esclarece

Annamaria Aglio

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Hipotireoidismo é mais comum após os 40

Hipotireoidismo é mais comum após os 40


Na entrevista a seguir, a endocrinologista Claudia Melo Peter, de Fortaleza (CE), membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica por que a queda na produção dos hormônios tireoidianos T3 e T4 acomete principalmente quem já passou dos 40 anos.
 
Qual é a prevalência do hipotireoidismo entre as mulheres que já completaram quatro décadas de vida?
 
Uma pesquisa feita pela Associação Americana dos Endocrinologistas Clínicos mostra que nos Estados Unidos uma em cada quatro mulheres examinadas por causa de queixas relacionadas com a aproximação da menopausa recebem diagnóstico de hipotireoidismo depois de fazer os exames. Um recente levantamento feito no Rio de Janeiro revelou que a prevalência do hipotireodismo variou de 9,4% em mulheres por volta de 40 anos a 19,1% naquelas acima de 75 anos.
 
Por que quem está  faixa dos 40 anos tem mais chance de ter hipotireoidismo?

Isso tem  a ver com as alterações hormonais típicas do climatério, que começam justamente nessa faixa etária.
 
É comum haver confusão dos sintomas do hipotireoidismo com os da menopausa?

Sim, pois eles são semelhantes, como cansaço, depressão, confusão mental, perda da memória, falta de disposição, alterações no humor, na libido e na pele, queda capilar, insônia, ansiedade, nervosismo e ganho de peso.
 
Como identificar o hipotireoidismo nessa faixa etária? 

Da mesma forma que nas outras fases da vida, ou seja, por meio do exame clínico, com avaliação de sintomas e sinais, e da dosagem do hormônio TSH. 
 
O que fazer para não ser pega de surpresa?

O ideal é que  as mulheres que estão na fase do climatério incluam a avaliação da função tireoidiana em seus exames de rotina.

Para saber mais acesse: www.mulhersemfalta.com.br
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HPV Inimigo íntimo

Pesquisas comprovam que 99% das mulheres que têm câncer do colo uterino foram antes infectadas pelo HPV.

O HPV, denominado Human Papiloma Vírus, é o segundo tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, segundo o Hospital do Câncer de São Paulo. O material genético de vírus é representado pelo DNA, e é nele onde a doença está hospedada. O papilomavírus é temido mais pelas mulheres, por persistirem no sexo feminino. Os homens, frequentemente eliminam o vírus sem maiores problemas, mesmo sendo infectados e transmissores da doença.

 

Existem centenas de subtipos isolados de HPV, a maioria é de origem sexual, os demais são verrugas normais de pele, existentes nas mãos e na boca. De acordo com o ginecologista Carlos Alberto Sá Marques, presidente da Sociedade Brasileira de DST em Pernambuco, a contaminação da doença geralmente acontece via relação sexual. "O HPV é uma doença sexualmente transmissível. Raramente pode ser passada por outra via que não seja a do ato sexual".

 

O papilomavírus é diagnosticado pela formação de verrugas que, quando visíveis, apresentam baixo risco de conter células cancerígenas, as invisíveis possuem mais alto risco. O teor de risco é basicamente dividido em duas categorias. "Os de alto potencial carcinogênico e os de baixo potencial carcinogênico. Carcinogênese é a capacidade que tem o vírus de provocar lesões que podem se transformar em câncer do colo uterino nas mulheres portadoras da doença".

 

O HPV faz com que a relação sexual seja dolorosa, devido ao surgimento de verrugas na vulva, dentro e ao redor da vagina, no ânus, na virilha. Geralmente, mulheres com vida sexual ativa são orientadas por seu ginecologista a realizar anualmente o exame conhecido popularmente como Papanicolau. Se neste exame a doença for detectada, o médico parte para a Colposcopia, que é uma técnica de ampliação da área sob suspeita de lesão. "Alguns subtipos do HPV podem provocar o aparecimento de verrugas nos órgãos sexuais de pessoas contaminadas. Quando o exame preventivo anual (Colposcopia e Colpocitologia oncótica) é realizado, alguma lesão sugestiva da presença de HPV pode ser descoberta".

 

Ao descobrir a doença e sua localização, utiliza-se a cultura híbrida para identificar os tipos de vírus e quantidades em amostras de tecidos. "Os tratamentos instituídos têm a finalidade de fazer desaparecer a lesão, evitando assim, que esta possa se malignizar. Obtida a destruição ou retirada cirúrgica da lesão, mantém-se um rígido controle sobre o paciente visando detectar recidivas".

 

A doença é tratada com aplicações de ácidos ou pomadas quimioterápicas, destruindo as feridas e impedindo que células doentes se multipliquem. "Drogas imunoterápicas têm mostrado resultados satisfatórios na eliminação do HPV. Estudos recentes com imunomoduladores têm mostrado a utilidade dessas drogas na melhora do estado imunológico dos portadores, atuando como auxiliar no tratamento. Entretanto, os tratamentos mais usados utilizam substâncias que promovem a esfoliação ou destruição da lesão. Algumas vezes, é necessária a sua extirpação cirúrgica" explica o ginecologista.

 

Mulheres grávidas portadoras da doença correm o risco de infectar seus filhos no parto vaginal normal. Em alguns casos, os bebês infectados desenvolvem lesões verrugosas na região da laringe, causando rouquidão e até dificuldades respiratórias.

 

Uma boa notícia é que nem sempre, ao entrar em contato com o vírus, as mulheres adquirem as lesões, pois o mesmo, algumas vezes, é eliminado espontaneamente. Isto acontece porque a doença também depende e reage de acordo com nossas defesas (anticorpos).

 

O único meio de evitar o HPV ou qualquer outra doença sexualmente transmissível ainda é o uso da "camisinha". Segundo Dr. Carlos Alberto, usando o preservativo e mantendo apenas um parceiro é o melhor remédio para evitar as DSTs. "Não só o HPV, mas todas as outras doenças sexualmente transmissíveis podem ser prevenidas tomando essas precauções. Notando o aparecimento de verrugas ou ferimento na região genital, deve-se consultar o ginecologista imediatamente".

Fonte: Carlos Alberto Sá Marques E-mail: csamarques@hotmail.com Fone: (081) 3325-0988 / 9963-1419

Fonte: Odisseu

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Dr. José Bento explica como curtir a folia sem se descuidar dos cuidados básicos relacionados à saúde feminina

 

O Carnaval está próximo e milhares de foliões já se preparam para brincar em blocos de rua, ensaios de escolas de samba e trios elétricos. Mas, para não deixar a alegria de lado depois que a folia acabar, são necessários alguns cuidados com a saúde que ajudam a garantir um feriado sem lembranças desagradáveis. Para tirar as dúvidas mais frequentes das mulheres sobre como se manter saudável na folia do Carnaval, o ginecologista e obstetra pós-graduado pela Universidade de São Paulo (USP) Dr. José Bento, dá algumas dicas.

 

Suor e desidratação

A temperatura sobe ainda mais durante as festas. É normal que os foliões tenham um aumento do gasto energético e o corpo perde muita água e sais minerais pelo suor. Por isso, uma boa dica é levar sempre consigo uma garrafinha de água. Sucos naturais, água de coco e isotônicos também são ótimas opções para repor o líquido  perdido. E para quem consome bebidas alcoólicas, é preciso redobrar a atenção. A ingestão de álcool deve ser intercalada com uma dose bem servida de água, o que mantém a pessoa hidratada e ajuda a evitar a famosa ressaca. “Mas evite consumir bebidas armazenadas em isopores sujos, com gelo não filtrado. Ambos podem ser veículos de transmissão para a leptospirose e para o vírus da hepatite A”, sustenta o Dr. José Bento.

 

Alimentação

Na maioria das cidades brasileiras, o Carnaval é comemorado 24 horas por dia. Com tantas opções, muita gente não faz intervalos regulares para realizar as refeições. O descuido pode gerar fraqueza e, junto com o  desgaste físico, debilitar o organismo. Para quem não quer perder tempo, mas também não quer abrir mão da saúde, uma alternativa é caprichar no café da manhã. “Uma refeição bem equilibrada e nutritiva, com proteínas, carboidratos, suco e leite antes da folia garante energia para o dia e também ajuda a evitar as consequências do consumo de álcool”, orienta o doutor.

Para os momentos de agitação, o médico indica barrinhas de cereais, saladas de fruta e sanduíches naturais, que são opções bem leves. Porém, cuidado com a procedência dos alimentos manipulados. Na hora de comer na rua, atenção às condições de higiene. Lembre-se que alimentos preparados ou conservados em condições inadequadas de higiene podem oferecer grandes riscos à saúde.


Segurança no sexo vai além da camisinha

 

Corpos à mostra, alegria em alta, em meio a tantos estímulos é difícil segurar a libido. Por isso, durante o Carnaval, aumenta o número de relações sexuais. Mas é importante lembrar, que o ideal é uso de dois métodos contraceptivos: a camisinha e a pílula anticoncepcional. “Utilizando os dois métodos contraceptivos, a mulher terá uma dupla proteção, uma vez que previne a gravidez indesejada e a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis (DST), como o tão comum HPV e o HIV”, explica o Dr. José bento. O médico lembra, inclusive, que o HPV é mais comum do que imaginamos. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que cerca de 630 milhões de pessoas estejam infectadas com o vírus HPV. Atualmente, estima-se que na cidade de São Paulo, pelo menos 25% dos indivíduos adultos com atividade sexual já tiveram contato ou são portadores da doença”, revela o ginecologista.
 
Caso a camisinha estoure durante a relação sexual, é preciso ficar atenta, porque além do risco de gravidez – caso não esteja tomando corretamente a pílula anticoncepcional –, há a probabilidade de a mulher contrair uma doença sexualmente transmissível (DST). “Sendo assim, é aconselhável que ela procure assistência médica o quanto antes,   para que sejam realizados exames e medidas de emergência sejam tomadas para tratar uma eventual contaminação ou evitar uma possível gravidez”, acrescenta o Dr. José Bento.

Agora, quando a mulher toma pílula anticoncepcional e quer evitar a menstruação na semana do Carnaval, a opção é simples. Basta iniciar uma nova cartela logo após o término da anterior, sem dar o intervalo. O ideal é que se siga tomando as pílulas da nova cartela até completar um novo ciclo de tratamento, interrompendo o uso após o fim da segunda cartela.,.

Para os casos de esquecimento da pílula durante o feriado também existe solução. “Caso ela se esqueça de tomar a pílula do dia e teve uma relação sexual sem camisinha, ela deve tomar a pílula assim que lembrar, podendo tomar duas pílulas juntas no próximo horário habitual de tomada. Exceto pela falta de proteção contra DSTs, não há motivo para grandes preocupações, mas a eficácia da pílula anticoncepcional pode diminuir e é aconselhável que a mulher passe a usar a camisinha em todas as relações para garantir a proteção. Além disso, vale reforçar que sempre que a mulher mantiver uma relação sexual sem o uso de camisinha, existe o risco de contágio por DST’s”, comenta Dr. José Bento.

Uma ótima dica para as usuárias de pílulas anticoncepcionais é o aplicativo gratuito - exclusivo para iPhone e iPad -  “Hora da Pílula”, desenvolvido pela Bayer HealthCare Pharmaceuticals, que  ajuda as mulheres a lembrarem de tomar seu anticoncepcional no horário certo, de forma lúdica e divertida.

Como funciona o “Hora da Pílula” – Após instalar o aplicativo no seu iPhone, a mulher coloca dia e horário em que começou a tomada da cartela de pílulas. A cada dia, no mesmo horário, ela recebe um alerta para não se esquecer de tomar o medicamento. Junto com o alerta, aparece a animação de um passarinho que retira uma pílula da cartela virtual.

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Dicas ajudam a ter abdômen sequinho

Dicas ajudam a ter abdômen sequinho

Da Redação 20/01/2012

Confira a entrevista com a educadora física Esther Pinto, do Diabest

Você decidiu que neste verão vai entrar em forma para poder ir à praia sem aquela barriguinha? Ótimo, porque além de ficar com o corpo mais bonito, eliminar a gordura da barriga faz bem à saúde. Quem tem gordura na região abdominal tem maior risco de desenvolver doenças cardíacas e diabetes. Para tornar seu plano fácil de executar, a educadora física Esther Pinto, do Diabest - Centro de Educação em Diabetes e Obesidade - dá as dicas e ensina alguns exercícios que você pode fazer em casa para fortalecer seu abdômen.

"Perder gordura no abdômen ou emagrecer requer, em primeiro lugar, uma alimentação com pouca ingestão calórica e aumento de gasto energético por meio de atividade física", ensina Esther. Se é esse o seu caso, o melhor conselho é fazer caminhadas em passo acelerado, correr, nadar ou andar de bicicleta, atividades que ajudam a queimar calorias.

O músculo reto do abdômen se contrai como um todo. Não existe a possibilidade de se dividir o músculo em "infra" e "supra", mas podemos executar movimentos diferentes para tornar o exercício mais atrativo. Para fortalecer os músculos do abdômen, Esther ensina um pouco do quê fazer:

1. Na posição deitada, com os pés no chão e os joelhos dobrados, leve a perna até a região do peitoral. Você pode levar as duas pernas ao mesmo tempo ou uma de cada vez. Para evitar pressão excessiva sobre a coluna, coloque as mãos embaixo das nádegas, o que diminui a curvatura nas costas. Pode-se começar com cinco a dez repetições e com o tempo chegar a 20.

2. Na posição deitada, com os pés no chão e os joelhos dobrados, coloque as mãos atrás da cabeça e eleve o corpo até chegar aos joelhos. Comece com cinco a dez repetições e evolua até chegar a 20.

3.
Na posição deitada, fique de lado, com as pernas dobradas no ângulo de 90º. Levante um pouco a perna de cima, apoie-se no cotovelo e levante o corpo em direção ao joelho. Comece com cinco a dez repetições até chegar a 20. Mude de lado e faça o mesmo exercício.

Com esses movimentos, toda sua região abdominal estará sendo trabalhada. A vantagem é que você também estará gastando mais energia e ajudando a equilibrar sua glicemia.
Para saber mais, acesse: www.diabetesnoscuidamos.com.br
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Queratose pilar (braços e coxas com bolinhas)

 

Queratose pilar(braços e coxas com bolinhas)

As aparências enganam. Isso pode ser verdade até mesmo no caso da pele. A pessoa acha que está com acúmulo de cravos e espinhas nos braços e coxas. Então procura um

dermatologista. Mas no consultório descobre que não era o que pensava: o que ela tem é queratose pilar, uma característica de pele muito comum e sem relação nenhuma com espinhas.

 

Uma questão genética
A queratose pilar é genética e muitas vezes o pai, a mãe ou outro parente também são portadores. E quem tem queratose pilar também tem maior tendência a desenvolver alergias de pele, asma ou rinite.

O que fazer?
A pele com queratose pilar fica ressecada, avermelhada e com bolinhas. Por mais difícil que seja, não ceda à tentação de cutucar. Não adianta nada, pelo contrário: agrava o problema, porque as bolinhas inflamam.

Em vez de cutucar, trate-se. Um bom tratamento pode não melhorar completamente, mas suaviza bem: as bolinhas se tornam menos evidentes e a pele fica macia, hidratada e agradável ao toque. E, para que a queratose não se acentue novamente, você precisa manter o tratamento indefinidamente.

É importante não exagerar no uso de sabonetes. Eles removem a camada de gordura protetora que mantém a hidratação natural da pele. Como a queratose pilar acontece em áreas com predisposição ao ressecamento, o excesso de sabonete agrava a situação. Uma sugestão é usar sabonete suave, como de glicerina, ou específico para pele ressecada e sensível. Outra dica: evite fazer esfoliação no banho. Apesar de parecer uma solução lógica e ser tentadora, a esfoliação não retira as bolinhas e ainda pode aumentar o ressecamento da pele.

Use um bom hidratante durante o dia e cremes à base de ácidos à noite. Os ácidos mais indicados nesse caso são o retinóico e o glicólico, mas a escolha do melhor produto depende da avaliação do médico. Evite usar roupas apertadas e de tecido sintético, que provocam atrito e irritam a pele já sensível.

Se o dermatologista julgar apropriado, podem ser realizadas sessões de peeling de cristais ou peelings químicos, que encurtam o tempo de tratamento.

Por Lucia Mandel

 

http://veja.abril.com.br/blog/estetica-saude/tag/queratose-pilar/

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As mulheres também sofrem de disfunção sexual

As dificuldades sexuais afetam 30 a 50 porcento dos casais. Quando o homem sofre de disfunção erétil, não é raro a parceira também sofrer de alguma disfunção sexual.

 

Ausência de libido

  • ocorrência em 10 a 15 porcento das mulheres. Possível origem na ansiedade, com bloqueio da capacidade da mulher de se excitar. Sem excitação não há a lubrificação, e a penetração pode se tornar dolorosa.

Dificuldade no orgasmo

  • ocorrência em 15 a 20 porcento das mulheres. Situação na qual a mulher ou jamais teve um orgasmo, ou somente o tem através da masturbação.

Ausência do orgasmo no ato sexual

  • ocorrência em cerca de 40 porcento das mulheres. Situação não indicativa de um problema. Pode ser uma simples questão de estimulação durante o ato sexual.

Ato sexual com dor

  • ocorrência em cerca de 5 porcento das mulheres. Geralmente causado por infecções, o tratamento atual é bastante eficiente.

Inibição da libido

  • ocorrência em cerca de 20 porcento das mulheres. Tudo funciona neste quadro, porém simplesmente não há interesse. As causas são complexas.

 

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Menopausa

 

Para a mulher a menopausa é uma fase muito crítica, pois há mudanças muito grandes no corpo, e na mente também da mulher, isso porque a mulher acaba se sentindo inferior quando entra na menopausa já que essa é a faze em que os ovários param de funcionar.

Mas existem inimigos maiores nesta fase, além do parada de funcionamento dos ovários, o corpo também deixa de produzir progesterona e estrogênio (hormônios femininos).

A menopausa geralmente ocorre entre os 40 e 45 anos de idade, e sua principal característica é que não existe mais menstruação para esta mulher, algum tempo antes de ocorrer a menopausa a menstruação acaba vindo de forma mais branda ou até mesmo não vindo em alguns meses, neste período a mulher também sente o corpo mais quente, os chamados calorões, além de um pouco no aumento no stress cotidiano, entre outros sintomas.

Caso comece a notar sintomas semelhantes procure um especialista, e converse com ele, pois hoje em dia já existem tratamentos que amenizam tais sintomas nesta fase da vida feminina.

 


 

Suco para ter uma menopausa tranquila

Anote aí a receita do suco que deixa a menopausa tranquila.

 Ingredientes:

* Polpa pura de 1 maracujá;

* 1/2 litro de leite de soja;

* 2 colheres (sopa) de mel

Modo de preparo:

* Bata os ingredientes no liquidificador. Tome 2 copos (250 ml cada) por dia.

 

Observação: Frutas com leite ou iorgute são uma opção gostosa para vitaminar a saúde. Para mulheres, as melhores combinações são as com leite de soja que, por conter fitoestrógenos (substâncias semelhantes ao hormônio feminino) previne a osteoporose e ameniza as ondas de calor típicas da menopausa.

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O que favorece a infecção e a reinfecção da candidíase

Quando há corrimento

 

Estima-se que cerca de 75% das mulheres experimentarão pelo menos um episódio de candidíase vulvovaginal durante suas vidas, e que uma parte das mulheres adultas, aproximadamente 5%, sofrerão de episódios repetitivos. O QUE FAVORECE A INFECÇÃO E A REINFEÇÃO? . Medicamentos como os antibióticos e corticóides podem alterar a flora vaginal normal e os mecanismos de defesa, propiciando mais oportunidades p/ o crescimento da Cândida sp; . Gravidez: durante este período, o ambiente hormonal específico pode proporcionar mudanças no meio vaginal que favoreçam a proliferação dos fungos; . Anticoncepcionais de alta dosagem: também podem facilitar o aumento da população de fungos, pelo mesmo mecanismo da gestação; . Diabete descompensado: o aumento da concentração de glicogênio (um tipo de "açúcar") no conteúdo vaginal pode favorecer a candidíase; . Higiene íntima inadequada: a contaminação da vagina com germes provenientes do intestino pode ocorrer por higiene local inadequada; .

 

Vestuário: roupas íntimas e/ou calças justas e/ou de tecido sintético (lycra, elanca, nylon e similares) prejudicam a ventilação, favorecendo o aumento da umidade e temperatura local, tornando assim o ambiente propício ao crescimento dos fungos; . Relações sexuais: a transmissão da Cândida sp por esta via é controversa, pois a candidíase vulvovaginal também ocorre em pessoas sem atividade sexual. Então, pelo menos para casos repetitivos, o tratamento do parceiro sexual pode ser recomendado; . Dieta: existem hipóteses de que o excesso de ingestão de açúcares e/ou alimentos ácidos favoreceriam a repetição de episódios de candidíase vulvovaginal, entre outros. - COMO IDENTIFICAR A CANDIDÍASE VAGINAL? . Prurido ("coceira") vulvar é o sintoma mais comum; . Quando há corrimento vaginal anormal, o mais freqüente é descrito como branco, com aspecto semelhante a leite talhado e em quantidade variável, porém existem variações; . Outras queixas comuns são: ardor, eritema (vermelhidão) e edema (inchaço) vulvar, ardor ao urinar e dor às relações sexuais; . Freqüentemente os sintomas iniciam-se no período pré-menstrual, isto é, alguns dias antes do início da menstruação - COMO SE PREVENIR? . Dê preferência às roupas íntimas de puro algodão, pois estas favorecem a ventilação local; . Evite usar toalhas e roupas íntimas que ficaram secando no banheiro (isso facilita a manutenção dos fungos) e, principalmente, aquelas que pertencem a outras pessoas. As toalhas devem ser bem lavadas e sempre passadas a ferro antes do uso; .

Após as evacuações, a higiene local deve ser feita trazendo o papel higiênico no sentido da vulva p/ o ânus (da frente para trás), nunca o contrário, evitando assim a contaminação da vagina por vermes que habitam as fezes; . Evite o uso de protetores (absorventes) íntimos diários, pois estes também prejudicam a ventilação local; . Quando na praia ou piscina, evite ficar períodos prolongados com o maiô molhado, porque além de prejudicar a transpiração, o ambiente úmido e quente favorece a proliferação dos fungos; . Duchas intra-vaginais são absolutamente desnecessárias e, além de causar desequilíbrio na flora vaginal normal, podem levar os germes para órgãos genitais mais altos (útero, ovário e trompas), causando sérios danos à saúde; . Adquira o hábito de dormir com roupas confortáveis e largas, de preferência de puro algodão. Isto favorece a ventilação da região genital e, portanto, evita a proliferação dos fungos. Se possível, até mesmo durma sem calcinha. - COMO TRATAR A CANDIDÍASE VAGINAL? O ideal é que a confirmação diagnóstica e tratamento da candidíase vulvovaginal sejam realizados por um médico ginecologista. Geralmente, os medicamentos prescritos são cremes ou óvulos vaginais para aplicação local. Em alguns casos, e a critério do médico, a terapêutica sistêmica (com medicamento por via oral) e do parceiro sexual podem ser instituídos. E nunca esqueça: o uso do preservativo (camisinha), feminino ou masculino, por pessoas sexualmente ativas, é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão do HIV (vírus da AIDS) e outros germes relacionados à atividade sexual. Melhor do que tratar é saber como prevenir, sempre! Fonte: Bayer Schering

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Quando a PDS está indicada?

Somente em situações de emergência como: falha do método anticoncepcional utilizado (por exemplo: a camisinha que rasgou ou saiu do lugar, esqueceu de tomar mais de duas pílulas consecutivas, passou a data da aplicação da injeção); relações sexuais desprotegidas ou nos casos de violência sexual (estupro).

 

 

 

Pode ser usada com freqüência? Qual o intervalo de tempo mínimo para usar a PDS novamente?


O uso freqüente é desaconselhável, pois além ser muito menos eficaz na proteção da gravidez do que um método usado regularmente (a PDS, quando usada nas primeiras 24 horas, oferece até, no máximo, 90% de proteção), ela pode desregular muito a menstruação da mulher, fazendo com que ela perca as contas do seu período fértil naquele mês. Não existe um intervalo mínimo de tempo para se utilizar a PDS novamente, mas uma coisa é certa: cada PDS vale para aquela relação sexual que foi o motivo do seu uso e se você está precisando usar uma vez por mês ou mais, isso já não é mais uma emergência. Virou rotina, concorda? Nessa situação, vale muito mais a pena procurar o ginecologista para te ajudar a escolher um método mais seguro para que você não fique tomando sustos por aí!

 

 

Se eu estiver tomando a pílula anticoncepcional comum, eu preciso usar a PDS também?


Se você usa a sua pílula anticoncepcional regularmente e da forma correta (um comprimido por dia, de preferência no mesmo horário), você está protegida da gravidez durante todo o mês, incluindo no intervalo de pausa entre as cartelas. Nesses casos, o uso da PDS é totalmente desnecessário. Agora, se você esquecer de tomar a pílula por mais de dois dias seguidos, a coisa muda de figura e o melhor a fazer é contatar imediatamente o seu ginecologista para te orientar sobre como proceder. Ah! Não deixe de usar a camisinha até receber a orientação necessária, pois ela te deixará protegida não só da gravidez mais também das doenças sexualmente transmissíveis.

 

 

E se eu atrasar o horário da tomada da PDS? Corro risco de engravidar?


O risco de gravidez com o uso da PDS sempre existe e, sem dúvida, é bem maior do que quando se usa um método mais seguro como a camisinha, a pílula anticoncepcional, o DIU ou a injeção. Se você atrasa ou esquece de tomar a segunda dose, é claro que esse risco aumenta. Por isso, o recomendado atualmente é a sua utilização em dose única.


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